Dear Roy,
Eu acho que o ponto é outro, e não é novo: o poder descontrolado da mídia de compelir o consumismo. Quem como nós sabe como os fabricantes de fitas adesivas em Israel devem adorar o Saddam Hussein... O povo é levado a acreditar que o fim está próximo e que a única saída é comprar a fita adesiva ACME, a única que filtra 170 tipos diferentes de armas químicas e biológicas, compre DJÁ!
Mas...
Essa nova conscientização ambientalista é *objetivamente* boa, porque se o mal causado pela civilização não for o aquecimento global, será a destruição do ozonio, se não for o ozonio, será o esgotamento energético mundial, se não for um super-apagão será o desmatamento de grandes florestas e consequente desertificação, se não for isso então as super-bactérias vão comer vivos 3/4 da população...
Isso pode parecer discurso de quem já teve a mente lavada pela mídia (bem, talvez isso seja verdade), mas de qualquer modo, o acidente de Chernobyl aconteceu de verdade... as mães de Cubatão, com sua chuva ácida, tiveram crianças acéfalas de verdade... as crianças na África continuam famintas e sofrendo de terríveis doenças de verdade...
Em suma, é bom que as pessoas enxerguem que o consumismo descontrolado e o descaso com as consequencias da nossa modelagem do mundo pode trazer o nosso fim, sim.
É preciso, ao meu ver, "evangelizar" o ambientalismo, mesmo que isso nos custe o salário dos políticos oportunistas. Porque políticos ladrões sempre existirão, já me conformei, então melhor que permitam a melhor preservação do meio-ambiente.
Comentário postado por Felipe Plattek, dia 10 de Julho de 2007 às aproximadamente 21hrs horário de Brasilia.
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Wednesday, July 11, 2007
Monday, July 09, 2007
Farsa do Aquecimento Global Parte 2
(Desde que comecei a escrever esse texto, assisti ao filme de Al Gore como fonte inevitável.)
Terceiro argumento: O mesmo argumento, mas com um quê a mais. Vale mencioná-lo, mas lembrar que ainda é irrelevante ao tema discutido (seres humanos causam ou não o aquecimento global?). Segue-se que, cientistas que discordam com a teoria de que seres humanos são diretamente responsáveis pelo aquecimento global são automaticamente descatartados do núcleo científico e isolados pela “maioria.” Notem que no filme de Al Gore, o argumento é o mesmo: cientistas que concordaram com a teoria de que o ser humano influencia as mudanças climáticas diretamente foram excluídos do núcleo científico, da “maioria.”
Nota pessoal, meu bias: Isso parece briguinha de criança. Um lado diz que o outro é feio, e o outro responde: “Não! Você é que é feio!”
Quarto argumento: O movimento dos “ambientalistas” não é mais um movimento científico e, sim, um movimento político.
Nota: Sim, e sempre foi. Em uma época de grandes manifestações políticas nos EUA, a ecologia ganhou espaço. O envolvimento do ser humano no meio ambiente parece tão óbvio, que nem precisaram de grandes tecnologias e detalhosos dados científicos para lutar pela causa de um mundo mais limpo, ao menos de nossas ações.
O documentário não admite em nenhum momento, mas segundo seus especialistas, esse é um:
Movimento político que ataca o:
Capitalismo.
Multinacionais.
Ou seja, tratam-se de:
Movimentos “Liberais.”.
(Não falo mais. Acredito que todos nós, do “povo,” temos os mesmos valores. Penso que cada pessoa deva tratar ao próximo “como tratasse à sua prole.”)
Quinto argumento: Não entendo se é a favor ou contra o assunto que eu quero ver discutido e para isso “paguei a entrada,” ou se estamos falando dos cientistas...
O argumento é contra os cientistas que dizem-se “ambientalistas” ou que sustentam o “ambientalismo.” Cientistas – todos – precisam de financiamento. O financiamento precisa ocorrer de qualquer modo, portanto cria-se um clima de pânico, algo que sabidamente provoca ansiedade e estimula o consumo. O “consumo,” nesse caso, tratar-se-ia do financiamento aos ditos cientistas, a que sustentem a teoria.
Contra-argumentos:
A – O consumismo gerado pelo pânico não estimula, na verdade, o crescimento das grandes companhias? (Há um caso local, do grande Okeechobee River do Sul da Flórida, que abastece nossa região. Conhecidos locais afirmam de pés juntos que a água nunca abaixou um centímetro, enquanto criou-se um pânico “midiátio” em torno de sua secagem caso as chuvas não começássem. Note que estavámos em período habitual de seca, mas realmente não houve chuva por bastante tempo. Conspiração a favor das companhias que vendem água mineral? O mesmo ocorre com o anúncio de furacões... Não anunciar? Deixar rolar, caso o “lobo” seja verdadeiro? Estamos mesmo fodidos. Fim da nota pessoal.)
B – Para quê financiar cientistas a descobrir mais sobre a iminência do perigo. Mais, não seria um ciclo vicioso: financiar cientistas para financiar cientistas?
C – O mesmo argumento pode ser feito para quem fez esse filme, esqueça o que pensa a “maioria” do público. Pensem no que pensa o diretor desse filme, versus as pessoas que geram o conhecimento contrário... Se estamos brigando por quem tem mais razão, eu quero o brilho que o primeiro argumento trouxe.
Nota: O primeiro argumento não tem como ser atacado por mim, ou por qualquer pessoa que eu conheço. É, realmente, sólido. Contudo, é usado no filme de Al Gore:
A África, dizem os “cientistas” – também intra-atacados em argumentos felinos – é o continente-mãe, do qual se separaram todos os demais devido a mudanças geolíticas e climáticas. O mesmo ocorreu, segundo os mesmos “cientistas,” com os dinossauros, mudanças climáticas, sem seres humanos e sem tecnologia para criar o que atualmente criamos. Ambos, cagadas federais, nas palavras de meu velho. Para Al Gore, esses fatos servem apenas para apoiar a tese de que grandes desastres podem ainda ocorrer. O movimento ecológico, contudo, não fala apenas sobre aquecimento global, nem mesmo só sobre danos que seres humanos causam ao planeta, mas também defende o conhecimento humano pró-combate a esses desastres, ou seja, quanto mais ciência, mais domínio do meio ambiente. Luta estritamente contra o abuso...
Outro ponto importante é que no filme de Al Gore o mesmo argumento é usado. Segundo o político, cientistas que falam contra o envolvimento humano no aquecimento global são beneficiados financeiramente. O maior interesse pertence a quem mais tem a perder... Leitores decidam quem mais tem a perder.
Terceiro argumento: O mesmo argumento, mas com um quê a mais. Vale mencioná-lo, mas lembrar que ainda é irrelevante ao tema discutido (seres humanos causam ou não o aquecimento global?). Segue-se que, cientistas que discordam com a teoria de que seres humanos são diretamente responsáveis pelo aquecimento global são automaticamente descatartados do núcleo científico e isolados pela “maioria.” Notem que no filme de Al Gore, o argumento é o mesmo: cientistas que concordaram com a teoria de que o ser humano influencia as mudanças climáticas diretamente foram excluídos do núcleo científico, da “maioria.”
Nota pessoal, meu bias: Isso parece briguinha de criança. Um lado diz que o outro é feio, e o outro responde: “Não! Você é que é feio!”
Quarto argumento: O movimento dos “ambientalistas” não é mais um movimento científico e, sim, um movimento político.
Nota: Sim, e sempre foi. Em uma época de grandes manifestações políticas nos EUA, a ecologia ganhou espaço. O envolvimento do ser humano no meio ambiente parece tão óbvio, que nem precisaram de grandes tecnologias e detalhosos dados científicos para lutar pela causa de um mundo mais limpo, ao menos de nossas ações.
O documentário não admite em nenhum momento, mas segundo seus especialistas, esse é um:
Movimento político que ataca o:
Capitalismo.
Multinacionais.
Ou seja, tratam-se de:
Movimentos “Liberais.”.
(Não falo mais. Acredito que todos nós, do “povo,” temos os mesmos valores. Penso que cada pessoa deva tratar ao próximo “como tratasse à sua prole.”)
Quinto argumento: Não entendo se é a favor ou contra o assunto que eu quero ver discutido e para isso “paguei a entrada,” ou se estamos falando dos cientistas...
O argumento é contra os cientistas que dizem-se “ambientalistas” ou que sustentam o “ambientalismo.” Cientistas – todos – precisam de financiamento. O financiamento precisa ocorrer de qualquer modo, portanto cria-se um clima de pânico, algo que sabidamente provoca ansiedade e estimula o consumo. O “consumo,” nesse caso, tratar-se-ia do financiamento aos ditos cientistas, a que sustentem a teoria.
Contra-argumentos:
A – O consumismo gerado pelo pânico não estimula, na verdade, o crescimento das grandes companhias? (Há um caso local, do grande Okeechobee River do Sul da Flórida, que abastece nossa região. Conhecidos locais afirmam de pés juntos que a água nunca abaixou um centímetro, enquanto criou-se um pânico “midiátio” em torno de sua secagem caso as chuvas não começássem. Note que estavámos em período habitual de seca, mas realmente não houve chuva por bastante tempo. Conspiração a favor das companhias que vendem água mineral? O mesmo ocorre com o anúncio de furacões... Não anunciar? Deixar rolar, caso o “lobo” seja verdadeiro? Estamos mesmo fodidos. Fim da nota pessoal.)
B – Para quê financiar cientistas a descobrir mais sobre a iminência do perigo. Mais, não seria um ciclo vicioso: financiar cientistas para financiar cientistas?
C – O mesmo argumento pode ser feito para quem fez esse filme, esqueça o que pensa a “maioria” do público. Pensem no que pensa o diretor desse filme, versus as pessoas que geram o conhecimento contrário... Se estamos brigando por quem tem mais razão, eu quero o brilho que o primeiro argumento trouxe.
Nota: O primeiro argumento não tem como ser atacado por mim, ou por qualquer pessoa que eu conheço. É, realmente, sólido. Contudo, é usado no filme de Al Gore:
A África, dizem os “cientistas” – também intra-atacados em argumentos felinos – é o continente-mãe, do qual se separaram todos os demais devido a mudanças geolíticas e climáticas. O mesmo ocorreu, segundo os mesmos “cientistas,” com os dinossauros, mudanças climáticas, sem seres humanos e sem tecnologia para criar o que atualmente criamos. Ambos, cagadas federais, nas palavras de meu velho. Para Al Gore, esses fatos servem apenas para apoiar a tese de que grandes desastres podem ainda ocorrer. O movimento ecológico, contudo, não fala apenas sobre aquecimento global, nem mesmo só sobre danos que seres humanos causam ao planeta, mas também defende o conhecimento humano pró-combate a esses desastres, ou seja, quanto mais ciência, mais domínio do meio ambiente. Luta estritamente contra o abuso...
Outro ponto importante é que no filme de Al Gore o mesmo argumento é usado. Segundo o político, cientistas que falam contra o envolvimento humano no aquecimento global são beneficiados financeiramente. O maior interesse pertence a quem mais tem a perder... Leitores decidam quem mais tem a perder.
Essas Palavras Vos Trazem
Al Gore,
Aquecimento Global,
Ecologia,
Roy Frenkiel,
The Great Global Warming Swindle
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